Destino sem volta

Pela ladeira íngreme dos anos
Eu empurro das idades os meus dias
E não posso reinvindicar 
Das lembranças a infância tranquila
Que viví, robusta e alvissareira 
Me fazem agora invejar
É o cavalo do tempo cavalgando
Do futuro as milhas  galopando
E não consigo parar
Vai alta a noite e eu aqui regurgitando
Do homo- sapiens a filosofia
E me da vontade de chorar
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