Estado Terminal
Henrique Rodrigues Soares
1 min min de leitura
Lembrança de vida imaculada
sem vícios, precisa,
guardada na espera
do amor que não veio
Este meu coração submisso
esperou por teus olhos
por décadas de solidão
O mundo me deixou cair
em soluços e deserto
E me levantei como sol no inverno
apenas por obrigação
Aonde você está?
que não te vejo
Sinto agora o tempo perdido
com palavras suaves
Sinto a vaidade sagrada
que cultivei
Os casulos ranzinzas
que morei
Me deixei
no cálice do esquecimento
que caiu
e se quebrou.
Sociedade dos Eremitas - Lendo e Escrevendo, 2019. Editora Litere-se.
sem vícios, precisa,
guardada na espera
do amor que não veio
Este meu coração submisso
esperou por teus olhos
por décadas de solidão
O mundo me deixou cair
em soluços e deserto
E me levantei como sol no inverno
apenas por obrigação
Aonde você está?
que não te vejo
Sinto agora o tempo perdido
com palavras suaves
Sinto a vaidade sagrada
que cultivei
Os casulos ranzinzas
que morei
Me deixei
no cálice do esquecimento
que caiu
e se quebrou.
Sociedade dos Eremitas - Lendo e Escrevendo, 2019. Editora Litere-se.
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