Triste Fado
Que triste sina esta, de amar e não ser amado,
Tão cruel por vezes, este nosso fado!
O dar e não receber, um sentimento, algo sincero!
Morrer ou viver, um interregno...
Vida cinzenta, vida sem cor,
Sem qualquer fragrância, sem qualquer odor.
Ó que vida esta,
Sem direcção e sem sentido!
No fundo de um poço
Jaz um ser perdido
Incolor, sem brilho, sem alma, vazio!
Prostrado e já rendido
Às vicissitudes de uma vida
Preenchida por materialismos e sem qualquer afecto.
Tinha tanto para dar e tão pouco a receber,
Não foi compreendido, ninguém quis saber.
Mas que vida desprovida de emoções
De romantismo, de poesia,
Mas que viver este, tão sem cor, sem gosto!
Ó que vida esta
Sem perdão e sem abrigo!
Num beco estreito e esconso
Faz-se o silêncio, perde-se a esperança.
Uma réstia de saudade,
Uma vaga lembrança,
Já se viveu, já se amou,
Outrora um amante que não perdurou
Um quarto sem cama, sem lençóis, sem paixão!
Um amor que foi belo, agora perdição!
Ó que vida esta!...
Tão cruel por vezes, este nosso fado!
O dar e não receber, um sentimento, algo sincero!
Morrer ou viver, um interregno...
Vida cinzenta, vida sem cor,
Sem qualquer fragrância, sem qualquer odor.
Ó que vida esta,
Sem direcção e sem sentido!
No fundo de um poço
Jaz um ser perdido
Incolor, sem brilho, sem alma, vazio!
Prostrado e já rendido
Às vicissitudes de uma vida
Preenchida por materialismos e sem qualquer afecto.
Tinha tanto para dar e tão pouco a receber,
Não foi compreendido, ninguém quis saber.
Mas que vida desprovida de emoções
De romantismo, de poesia,
Mas que viver este, tão sem cor, sem gosto!
Ó que vida esta
Sem perdão e sem abrigo!
Num beco estreito e esconso
Faz-se o silêncio, perde-se a esperança.
Uma réstia de saudade,
Uma vaga lembrança,
Já se viveu, já se amou,
Outrora um amante que não perdurou
Um quarto sem cama, sem lençóis, sem paixão!
Um amor que foi belo, agora perdição!
Ó que vida esta!...
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