ICEBERG
Olho por uma janela
onde a música toca
restos sombrios, gelados
o silêncio no interior ecoa
na multidão escravizada
congelada por um sonho impossível
sempre no caminho das nuvens
ouço uma palavra
e um homem de chapéu diz
"Tudo o que se passa é o centro de tudo"
Escadarias giram
numa dança vertiginosa da verdade
o medo da sombra está
em saber que a luz existe
só é cego quem nunca enxergou
à frente dos pensamentos
visionário, eu diria
onde nada engole
o sempre que sempre será sempre
chuva de gelo, ácido, lucidez
silêncio, concreto e sombras
medo de saber o que já se sabe
ANO: 1997
onde a música toca
restos sombrios, gelados
o silêncio no interior ecoa
na multidão escravizada
congelada por um sonho impossível
sempre no caminho das nuvens
ouço uma palavra
e um homem de chapéu diz
"Tudo o que se passa é o centro de tudo"
Escadarias giram
numa dança vertiginosa da verdade
o medo da sombra está
em saber que a luz existe
só é cego quem nunca enxergou
à frente dos pensamentos
visionário, eu diria
onde nada engole
o sempre que sempre será sempre
chuva de gelo, ácido, lucidez
silêncio, concreto e sombras
medo de saber o que já se sabe
ANO: 1997
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