ANEXO POEMA

Não sente dó
se sente só
vive num nó
subproduto do pó

Vive uma nostalgia
sem resolver sua economia
tenta ser uma paralisia
mas no fundo é uma nevralgia

Engole uma farsa
cuspida na "Barsa"
descobre marcas
cobertas por fardas

Submete-se à ilusões
esculpidas em corações
afoga dragões
logrados por indecisões

Vive sem nexo
contendo um gesto
apostado no sexo
lembrando o que foi anexo


ANO: 1994

113 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.