No fundo da alma

No fundo da alma

Vivo por entre emoções desequilibradas
Espinhos vão machucando
Pareço terra de ninguém.

A lua ilumina ressaltando a penumbra
Sou atormentado por essa enorme escuridão
Sem sentido sigo, não sabendo, exatamente, onde ir.

Íntimo do meu interior
Confrontos épicos todos os dias, contra deuses e demônios
Sigo a loucura cotidiana da vida.

O coração pulsa não querendo mais pulsar
Um frio desconhecido percorre as minhas entranhas
Prenúncio de um incerto amanhecer.

Arvoreando na tua direção
Buscando fazer morada em teu coração
Repleto de medo misturado com desejo
Tua presença é forte e avassaladora.

Me dedico a realizar teus anseios
Mergulho no mais profundo da tua alma
Suspiro diante da tua presença.

Mulher de beleza admirável
Difícil acessá-la sem as devidas permissões
Esse teu jeito me enche de alegria.

Carlos de Campos⚘
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