BOÊMIA

devoto
devoto
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Queria ser mais um
Como os boêmios 
Que não tinham tempo para morrer.

Ter uma inclinação
Para o amor
Eu,um ser mortal

Queria ser mais um
Como aqueles boêmios distantes 
Que não tinham tempo para morrer

Brindar o amor 
Com a imortalidade
Beber o último cálice

Que os tornavam embriagados de amor 
E que mantinha acesa 
A chama dessa razão 

E por isso 
A morte não era real 
Já que não havia tempo

O amor era a essênca da canção 
Onde as noites eram mais belas
E a vida regada pelo romantismo 
Tornava-se tênue.
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