Escritas

O vazio da minha cidade

Frederico de Castro


No vazio da minha cidade passeia o
Silêncio inquietante…quase transcendente
Deixou de quarentena a solidão perdida
Na calçada dos lamentos mais contundentes

Cada hora cercada por gemidos bravios
Vadia agora qual queixume sempre plangente
Deixa omisso qualquer sorriso tão herético
Esmifrando o tempo que ali fenece quase epiléptico


Frederico de Castro
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