Sol poente
Frederico de Castro

Sem rumo e perdido no tempo
O poente soberano, estendem-se
Ao longo da escuridão ali tão latente
Ode imortal a cada luminescência
Que se desvela no leito da noite desabando
Agora mais abençoada, arfando tão apaixonada
Frederico de Castro
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