Francilda Costa

Francilda Costa

Francilda Costa é uma poetisa brasileira cuja obra se destaca pela sensibilidade lírica e pela exploração de temas universais como a natureza, o tempo e a condição humana. Sua escrita é marcada por uma linguagem cuidada e por uma profunda reflexão sobre a existência. Com uma trajetória poética consolidada, Francilda Costa tem contribuído significativamente para a literatura brasileira contemporânea, oferecendo versos que tocam o leitor pela sua beleza e profundidade.

n. , Salvador, BA, Brasil

3 435 Visualizações

A Poesia na Literatura Infantil

Em princípio, a priori, assim como não há, na verdade uma Literatura Infantil, direcionada no ato de criação, pelo autor, não existe, a bem da verdade, uma Poesia Infantil. Duas hipóteses parecem justificar esta conclusão, a qual apenas é endosso meu, do pensamento lúcido de Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles. A poesia para crianças, é, em essência, a mesma obra de arte para o adulto. Ou temos vergonha, diante de um momento poético despojado de complexidade, vergonha de assumir que ele nos impressionou, ou ainda temos aquela idéia velhíssima de que criança é criatura em grau diminutivo, dotada de pouca percepção, limitada em recursos, um homúnculo a quem se deve minimizar conteúdos e reduzir os obstáculos.
A simplicidade de linguagem e um repasse cristalino de mensagem não impedem a feitura de um grande poema (e não um poema grande) nem comprometem a verticalidade de uma abordagem.
O que não me parece viável nem honesto é adaptar, construir uma "simplicidade" falsa, denotativa pela falta de coragem de trabalhar um caminho de acesso ou por acreditar seja a criança um ser reprodutivo, um claudicante observador, incapaz de direcionar sua própria descoberta.
O simples nunca foi o fácil, e nisto reside a confusão maior deste questionamento. Ninguém pode imaginar quanto sofre um poeta, quanto exige de si mesmo para alcançar o que Drummond chama de estado de simplicidade.
A simplicidade, e não a simplificação, brota da depuração, da eliminação difícil da sedução formal (coisa espetacular) e funciona como uma centrífuga que de uma fruta tirasse apenas o suco, sem resíduos adicionais. O preconceituoso erudito, muitas vezes, não sabe que persegue acessório e não o essencial. Como afirma Drummond, quanto mais pura é a obra, mais perplexa a indagação: "Mas é somente isso? Não há mais nada? É o caso de se dizer: haveria, mas o gato comeu. (e ninguém viu o gato).
A criança apenas não tem acesso a determinadas construções do verso, mas é perfeitamente capaz de compreendê-las , bem entendido, se já tem domínio lógico. Daí não existirem poemas infantis para menores de 7 anos. Apenas gravuras das quais se extrai um texto.
O tom moralizador numa poesia, como também uma carga didática, não só intolerável para o adulto, mas para a criança também e sua repugnância mostra-se até bem mais acentuada. Qualquer poesia que tolha o melhor dos bens, a liberdade, é anti-literária e nunca deve ser encaminhada àqueles que se pode moldar, segundo a tradição, no caso a criança.
Deve ser realmente um suplício, tortura chinesa, agüentar dizer, no meio de um palco, em cima de uma cadeira ou a frente da classe:

"Sou pequenina, das pernas grossas
Vestido curto papai não gosta
Fui na cozinha comer salada
Mamãe me viu, me deu palmada
Fui na despensa roubar um queijo
Papai me viu, me deu um beijo"

Esses direcionamentos ideológicos da mamãe carrasca e do papai herói, tem sustentado muitas das idéias sobre equilíbrio familiar. Se não analisarmos poemas assim questionando sua filosofia e sim a título de mera informação reprodutiva, estaremos bloqueando o avanço de uma futura geração na direção de um mundo menos hipócrita e mais justo em seu senso comum.
Lobato propunha que se usasse a poesia para ensinar todas as áreas de conhecimento do currículo da Escola Básica. A poesia tem o dom de aguçar a sensibilidade e pelo seu processo de síntese forçar desdobramentos do raciocínio.
Grotesco era dizer às crianças, no catecismo infantil a linearidade de coisas assim: "Maria, a mãe de Jesus foi virgem antes do parto no parto e depois do parto." Patativa do Assaré rompe o hermetismo dogmático, utilizando-se tão somente da função poética: "Jesus entrou em Maria como o sol pela vidraça."
Por que não se aproveitam os versos de Juca Chaves para cantar a história do descobrimento? Medo do tom de sátira, de uma possível queda no fervor cívico? O objeto amado que não resiste a uma radiografia, não adquire sustentação permanente e profunda.
Se não vejamos os versos à guisa de um estilo trovadoresco, talvez até um misto de cantiga de amor e escárnio.

"Então partiu Cabral
comandando as caravelas
oh cara, oh cara,
oh cara, oh caravelas.

Bem no meio do oceano
Encontraram calmaria BIS
Oh calma, oh calma,
Oh calma, oh calmaria.

Enxergaram logo um monte
que chamaram de Pascoal
era dia 21 de abril
2 meses depois do carnaval."

O esforço para arrolar como infantil alguns poemas da lavra de poetas maiores, como é o caso de Mário Quintana, Vinícius de Moraes e Cecília Meireles é evidente nos exercícios de interpretação de texto, contidos nos livros didáticos, os quais drenam o que há de mais importante no sub-texto do poema, tornando-o um mero referencial que atende apenas o elemento instrutivo (o educare) deixando de lado o educare, o elemento provocador de descobertas, que perfaz o educar e diverte pela aventura de, com ele, alcançar-se a compreensão maior, a chave que abre o mundo "não dito do poema".
Vejamos o poema "O Cavalinho Branco" de Cecília Meireles e a ficha de leitura que se lhe segue:

"À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho de campo
onde é sempre feriado,

O cavalo sacode a crina
loura e comprida,
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia tanto
desde a madrugada!
descansa entre as flores, cavalinho branco
de crina dourada."

Atente-se agora para o questionamento que é aplicado ao poema:

l - Qual é a cor do cavalinho?
2 - Onde ele está?
3 - Como é sua crina?
4 - Ele está dormindo ou acordado?
5 - Que ele come?

Sabemos que, desta maneira dois desastres didático-literários acontecem: primeiramente, o poético foi inviabilizado; segundo, a criança e condicionada a manter-se nas informações secundárias, superficiais, impedida de se emocionar ou recriar o poema, numa co-autoria.
O mesmo acontece com o poema "Pedro" de Bartolomeu Campos Queiroz.

"Pedro é um nome que agente conhece em muitas línguas:
Pedro, Pierre, Pietro, Peter, Pether, Petrus.
Pedro pintou, um dia, em alguma parte do mundo, o retrato
de uma borboleta.
O papel tinha o tamanho de sua intenção.
As cores, as de seu desejo.
Pintou ainda, sobre o papel, flores para a borboleta se esconder
e galhos para descansar.
É mesmo fácil imaginar sua pintura ou faze-la, mas a
conseqüência não foi tão simples.
É melhor saber toda a história.
Pierre acordou com o coração cheio de domingo.
Domingo é dia em que a gente não quer nada e por isso
acontece quase tudo.
Não era domingo, mas ele se sentia em paz com o mundo.
Nesse dia ele viu o vôo de uma borboleta (vôo de borboleta
pode transformar qualquer dia em domingo)."

Com relação a este poema, uma professora sofreu admoestações do supervisar por colocar um estudo das idéias do texto, acima da compreensão dos alunos, de acordo com reclamações das mães e não dos garotos, que estavam gostando do desafio da dificuldade. Vejamos as perguntas:

l - Por que será que Pedro é um nome tão comum?
2 - Pedro é um nome forte ou fraco? Fica bem acompanhado de
outro nome sozinho? Explique sua escolha.
3 - Por que as flores serviam para a borboleta se esconder
e não para delas sugar o mel?
4 - O coração da gente muda quando o domingo
se transforma em 2a feira?
5 - Qualquer dia pode ser domingo? Como?

O adulto, via de regra, tem em mente que fazer a criança pensar ou conflita
Ler poema completo
Biografia

Identificação e contexto básico

Francilda Costa é uma escritora e poeta brasileira contemporânea. Sua obra poética é reconhecida pela qualidade lírica e pela profundidade de suas reflexões sobre temas como a natureza, o tempo, a existência e a condição humana.

Infância e formação

Informações detalhadas sobre a infância e formação de Francilda Costa não são amplamente divulgadas, mas sua escrita revela uma sensibilidade apurada e um profundo contato com as artes e a cultura, possivelmente adquiridos através de leituras e experiências pessoais.

Percurso literário

O percurso literário de Francilda Costa é marcado pela produção de poesia, onde explora com maestria a linguagem e as emotsões. Sua obra tem sido publicada em diversos formatos e plataformas literárias, conquistando um público apreciador de poesia introspectiva e bem elaborada.

Obra, estilo e características literárias

Obra, estilo e características literárias A obra de Francilda Costa é caracterizada por um estilo lírico e introspectivo. Seus poemas frequentemente abordam a relação do ser humano com a natureza, a passagem inexorável do tempo e as indagações existenciais. A linguagem utilizada é elaborada, com um uso cuidadoso de metáforas e imagens que evocam sensações e reflexões profundas. O tom de sua poesia pode variar entre o contemplativo, o melancólico e o filosófico, sempre com uma musicalidade intrínseca aos versos.

Obra, estilo e características literárias

Contexto cultural e histórico Francilda Costa insere-se no panorama da literatura brasileira contemporânea, um período marcado pela diversidade de estilos e pela exploração de novas linguagens poéticas. Sua obra dialoga com as preocupações estéticas e temáticas de seu tempo, ao mesmo tempo em que busca uma conexão com a tradição literária.

Obra, estilo e características literárias

Vida pessoal Detalhes sobre a vida pessoal de Francilda Costa não são amplamente conhecidos publicamente, mas a intimidade e a profundidade expressas em seus poemas sugerem uma personalidade reflexiva e atenta às nuances da experiência humana.

Obra, estilo e características literárias

Reconhecimento e receção A obra de Francilda Costa tem sido bem recebida por críticos e leitores, que reconhecem a qualidade de sua escrita e a originalidade de suas abordagens temáticas. Sua poesia contribui para o enriquecimento da produção literária brasileira contemporânea.

Obra, estilo e características literárias

Influências e legado Embora não haja informações específicas sobre influências diretas, a poesia de Francilda Costa demonstra uma familiaridade com a tradição lírica e com autores que exploram a introspecção e a relação com o mundo natural. Seu legado reside na contribuição para a poesia brasileira com uma voz autoral e sensível.

Obra, estilo e características literárias

Interpretação e análise crítica A poesia de Francilda Costa oferece um rico campo para interpretação, convidando o leitor a refletir sobre a própria existência, a efemeridade do tempo e a beleza intrínseca do mundo natural. Suas obras podem ser analisadas sob a perspectiva da filosofia existencial e da ecocrítica literária.

Obra, estilo e características literárias

Curiosidades e aspetos menos conhecidos A discrição de Francilda Costa em relação à sua vida pessoal faz com que os aspetos menos conhecidos de sua obra residam na própria profundidade e nas sutilezas de sua escrita poética, que convida a múltiplas leituras.

Obra, estilo e características literárias

Morte e memória Como autora contemporânea ativa, informações sobre sua morte não se aplicam. A memória de Francilda Costa é construída através de sua obra e de seu impacto no cenário literário.

Poemas

1

A Poesia na Literatura Infantil

Em princípio, a priori, assim como não há, na verdade uma Literatura Infantil, direcionada no ato de criação, pelo autor, não existe, a bem da verdade, uma Poesia Infantil. Duas hipóteses parecem justificar esta conclusão, a qual apenas é endosso meu, do pensamento lúcido de Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles. A poesia para crianças, é, em essência, a mesma obra de arte para o adulto. Ou temos vergonha, diante de um momento poético despojado de complexidade, vergonha de assumir que ele nos impressionou, ou ainda temos aquela idéia velhíssima de que criança é criatura em grau diminutivo, dotada de pouca percepção, limitada em recursos, um homúnculo a quem se deve minimizar conteúdos e reduzir os obstáculos.
A simplicidade de linguagem e um repasse cristalino de mensagem não impedem a feitura de um grande poema (e não um poema grande) nem comprometem a verticalidade de uma abordagem.
O que não me parece viável nem honesto é adaptar, construir uma "simplicidade" falsa, denotativa pela falta de coragem de trabalhar um caminho de acesso ou por acreditar seja a criança um ser reprodutivo, um claudicante observador, incapaz de direcionar sua própria descoberta.
O simples nunca foi o fácil, e nisto reside a confusão maior deste questionamento. Ninguém pode imaginar quanto sofre um poeta, quanto exige de si mesmo para alcançar o que Drummond chama de estado de simplicidade.
A simplicidade, e não a simplificação, brota da depuração, da eliminação difícil da sedução formal (coisa espetacular) e funciona como uma centrífuga que de uma fruta tirasse apenas o suco, sem resíduos adicionais. O preconceituoso erudito, muitas vezes, não sabe que persegue acessório e não o essencial. Como afirma Drummond, quanto mais pura é a obra, mais perplexa a indagação: "Mas é somente isso? Não há mais nada? É o caso de se dizer: haveria, mas o gato comeu. (e ninguém viu o gato).
A criança apenas não tem acesso a determinadas construções do verso, mas é perfeitamente capaz de compreendê-las , bem entendido, se já tem domínio lógico. Daí não existirem poemas infantis para menores de 7 anos. Apenas gravuras das quais se extrai um texto.
O tom moralizador numa poesia, como também uma carga didática, não só intolerável para o adulto, mas para a criança também e sua repugnância mostra-se até bem mais acentuada. Qualquer poesia que tolha o melhor dos bens, a liberdade, é anti-literária e nunca deve ser encaminhada àqueles que se pode moldar, segundo a tradição, no caso a criança.
Deve ser realmente um suplício, tortura chinesa, agüentar dizer, no meio de um palco, em cima de uma cadeira ou a frente da classe:

"Sou pequenina, das pernas grossas
Vestido curto papai não gosta
Fui na cozinha comer salada
Mamãe me viu, me deu palmada
Fui na despensa roubar um queijo
Papai me viu, me deu um beijo"

Esses direcionamentos ideológicos da mamãe carrasca e do papai herói, tem sustentado muitas das idéias sobre equilíbrio familiar. Se não analisarmos poemas assim questionando sua filosofia e sim a título de mera informação reprodutiva, estaremos bloqueando o avanço de uma futura geração na direção de um mundo menos hipócrita e mais justo em seu senso comum.
Lobato propunha que se usasse a poesia para ensinar todas as áreas de conhecimento do currículo da Escola Básica. A poesia tem o dom de aguçar a sensibilidade e pelo seu processo de síntese forçar desdobramentos do raciocínio.
Grotesco era dizer às crianças, no catecismo infantil a linearidade de coisas assim: "Maria, a mãe de Jesus foi virgem antes do parto no parto e depois do parto." Patativa do Assaré rompe o hermetismo dogmático, utilizando-se tão somente da função poética: "Jesus entrou em Maria como o sol pela vidraça."
Por que não se aproveitam os versos de Juca Chaves para cantar a história do descobrimento? Medo do tom de sátira, de uma possível queda no fervor cívico? O objeto amado que não resiste a uma radiografia, não adquire sustentação permanente e profunda.
Se não vejamos os versos à guisa de um estilo trovadoresco, talvez até um misto de cantiga de amor e escárnio.

"Então partiu Cabral
comandando as caravelas
oh cara, oh cara,
oh cara, oh caravelas.

Bem no meio do oceano
Encontraram calmaria BIS
Oh calma, oh calma,
Oh calma, oh calmaria.

Enxergaram logo um monte
que chamaram de Pascoal
era dia 21 de abril
2 meses depois do carnaval."

O esforço para arrolar como infantil alguns poemas da lavra de poetas maiores, como é o caso de Mário Quintana, Vinícius de Moraes e Cecília Meireles é evidente nos exercícios de interpretação de texto, contidos nos livros didáticos, os quais drenam o que há de mais importante no sub-texto do poema, tornando-o um mero referencial que atende apenas o elemento instrutivo (o educare) deixando de lado o educare, o elemento provocador de descobertas, que perfaz o educar e diverte pela aventura de, com ele, alcançar-se a compreensão maior, a chave que abre o mundo "não dito do poema".
Vejamos o poema "O Cavalinho Branco" de Cecília Meireles e a ficha de leitura que se lhe segue:

"À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho de campo
onde é sempre feriado,

O cavalo sacode a crina
loura e comprida,
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia tanto
desde a madrugada!
descansa entre as flores, cavalinho branco
de crina dourada."

Atente-se agora para o questionamento que é aplicado ao poema:

l - Qual é a cor do cavalinho?
2 - Onde ele está?
3 - Como é sua crina?
4 - Ele está dormindo ou acordado?
5 - Que ele come?

Sabemos que, desta maneira dois desastres didático-literários acontecem: primeiramente, o poético foi inviabilizado; segundo, a criança e condicionada a manter-se nas informações secundárias, superficiais, impedida de se emocionar ou recriar o poema, numa co-autoria.
O mesmo acontece com o poema "Pedro" de Bartolomeu Campos Queiroz.

"Pedro é um nome que agente conhece em muitas línguas:
Pedro, Pierre, Pietro, Peter, Pether, Petrus.
Pedro pintou, um dia, em alguma parte do mundo, o retrato
de uma borboleta.
O papel tinha o tamanho de sua intenção.
As cores, as de seu desejo.
Pintou ainda, sobre o papel, flores para a borboleta se esconder
e galhos para descansar.
É mesmo fácil imaginar sua pintura ou faze-la, mas a
conseqüência não foi tão simples.
É melhor saber toda a história.
Pierre acordou com o coração cheio de domingo.
Domingo é dia em que a gente não quer nada e por isso
acontece quase tudo.
Não era domingo, mas ele se sentia em paz com o mundo.
Nesse dia ele viu o vôo de uma borboleta (vôo de borboleta
pode transformar qualquer dia em domingo)."

Com relação a este poema, uma professora sofreu admoestações do supervisar por colocar um estudo das idéias do texto, acima da compreensão dos alunos, de acordo com reclamações das mães e não dos garotos, que estavam gostando do desafio da dificuldade. Vejamos as perguntas:

l - Por que será que Pedro é um nome tão comum?
2 - Pedro é um nome forte ou fraco? Fica bem acompanhado de
outro nome sozinho? Explique sua escolha.
3 - Por que as flores serviam para a borboleta se esconder
e não para delas sugar o mel?
4 - O coração da gente muda quando o domingo
se transforma em 2a feira?
5 - Qualquer dia pode ser domingo? Como?

O adulto, via de regra, tem em mente que fazer a criança pensar ou conflita
1 838

Videos

50

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.