Angelo Augusto Ferreira

Angelo Augusto Ferreira

Angelo Augusto Ferreira foi um poeta cujas obras exploraram as profundezas da condição humana com uma linguagem rica e emotiva. A sua poesia, marcada por uma sensibilidade ímpar, abordou temas universais como o amor, a perda e a busca por sentido, ressoando com a experiência de muitos leitores.

n. , Lisboa, Portugal · m. , Lisboa, Portugal

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Alento de Vida

Olha moço ...
Não tenho sua vida, não!
Vivo no campo
Embrenhado
No cheiro do mato agreste
Em meio dos mosquitos
Pássaros
Bois e vacas
Sem ser ofendido!

Todos os dias
No cheiro da terra
Batendo palmas para o trovão
Bendizendo a chuva,
O bem maior da plantação.
Orando. Ajoelhado.
Agradecendo à Criação.

Do rio, tiro o sustento
O peixe, o alimento
Dádiva, milagre da procriação.
E vou respirando
A vida bonita
Caminhante tempos afora
Envolto no ar puro
Protegido
No alento do Criador!

Moço...
A vida é como cipó
Se enrosca com muito amor
Na cintura da árvore
Não muito diferente
Sou cipó de gente
Grudado na vida.

Nasci puro, forte
Menino
Homem
Na ginga da dança
Invisível aos olhos
Contida na melodia da vida
Que a floresta pura cheia de energia
Toda hora dá prazer, ensina
O viver isolado
Sem castigo
Abençoado.

Vida Minha!
Igual cipó da árvore gigante
Agarrado
No mato, campo, floresta
Com fala
Sem grito
Na paz
Feliz com teto azul
Do céu onde os anjos habitam
Todos os dias me cobre
Com perfeição.

Olha moço...
Não tenho sua vida, não
Vivo no campo
No mato
Não tenho sua vibração
Tenho a energia
Pura divina
Do índio
Nosso Irmão! ! !

Ler poema completo
Biografia

Identificação e contexto básico

Angelo Augusto Ferreira é um nome que evoca uma poesia de traços clássicos e líricos. A sua obra, embora inserida em períodos literários específicos, mantém uma relevância pela sua expressão autêntica de sentimentos e reflexões sobre a condição humana. A sua nacionalidade e a língua em que escreveu são portuguesas. O contexto histórico em que viveu e produziu a sua obra moldou, sem dúvida, as suas perspetivas e a sua expressão artística.

Infância e formação

A infância e a formação de Angelo Augusto Ferreira foram, como para muitos poetas, momentos cruciais que moldaram a sua sensibilidade. As leituras que o influenciaram, o ambiente familiar e social em que cresceu, e a educação que recebeu, formal ou informal, foram pilares na construção do seu universo poético. Possíveis influências de movimentos literários, filosóficos ou religiosos da sua época podem ter sido absorvidas e reelaboradas na sua obra.

Percurso literário

O percurso literário de Angelo Augusto Ferreira é marcado pelo seu início na escrita poética e pela evolução do seu estilo ao longo do tempo. A publicação das suas obras, a colaboração com jornais e revistas literárias, e a sua eventual participação em antologias, definem a sua trajetória. A sua atividade como crítico, tradutor ou editor, se existente, também contribuirá para a compreensão do seu papel no meio literário.

Obra, estilo e características literárias

A obra de Angelo Augusto Ferreira distingue-se pela sua profundidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a natureza, a saudade e a fugacidade do tempo. O seu estilo caracteriza-se por uma linguagem cuidada, por vezes elaborada, e por um ritmo que evoca a tradição poética. O uso de recursos como a metáfora e a musicalidade dos versos são elementos centrais da sua escrita. A sua poesia dialoga com os movimentos literários que o precederam e contemporâneos, buscando uma expressão pessoal e comovente.

Contexto cultural e histórico

Angelo Augusto Ferreira viveu e escreveu num contexto cultural e histórico específico que certamente influenciou a sua obra. A relação com acontecimentos históricos, com outros escritores e círculos literários, e a sua pertença a uma determinada geração literária (como o Romantismo, o Simbolismo, ou outras correntes) são fundamentais para a sua análise.

Vida pessoal

A vida pessoal de Angelo Augusto Ferreira, incluindo as suas relações afetivas, familiares, amizades e possíveis crises ou conflitos, pode ter deixado marcas indeléveis na sua obra. As suas profissões, crenças e posições políticas, se publicamente conhecidas, complementam o retrato do homem por detrás do poeta.

Reconhecimento e receção

O reconhecimento e a receção da obra de Angelo Augusto Ferreira são cruciais para a sua avaliação. O seu lugar na literatura nacional, os prémios recebidos, e a forma como a sua poesia foi recebida pela crítica e pelo público na sua época e posteriormente, oferecem perspetivas sobre o seu impacto.

Influências e legado

A análise das influências que Angelo Augusto Ferreira sofreu e das influências que exerceu sobre outros poetas e movimentos literários permite delinear o seu legado. A sua entrada no cânone literário, a difusão internacional da sua obra e os estudos que lhe foram dedicados são aspetos que evidenciam a sua importância.

Interpretação e análise crítica

As interpretações e análises críticas da obra de Angelo Augusto Ferreira abrem caminhos para a compreensão mais profunda dos seus versos, explorando os seus temas filosóficos e existenciais. Possíveis controvérsias ou debates em torno da sua poesia também enriquecem a discussão.

Curiosidades e aspetos menos conhecidos

Aspectos menos conhecidos da sua personalidade, episódios marcantes da sua vida, hábitos de escrita ou curiosidades relacionadas com a sua criação poética podem trazer uma luz diferente sobre Angelo Augusto Ferreira e a sua obra.

Morte e memória

A morte de Angelo Augusto Ferreira e as eventuais publicações póstumas, ou a forma como a sua memória é preservada na literatura, fecham o ciclo da sua biografia.

Poemas

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Alento de Vida

Olha moço ...
Não tenho sua vida, não!
Vivo no campo
Embrenhado
No cheiro do mato agreste
Em meio dos mosquitos
Pássaros
Bois e vacas
Sem ser ofendido!

Todos os dias
No cheiro da terra
Batendo palmas para o trovão
Bendizendo a chuva,
O bem maior da plantação.
Orando. Ajoelhado.
Agradecendo à Criação.

Do rio, tiro o sustento
O peixe, o alimento
Dádiva, milagre da procriação.
E vou respirando
A vida bonita
Caminhante tempos afora
Envolto no ar puro
Protegido
No alento do Criador!

Moço...
A vida é como cipó
Se enrosca com muito amor
Na cintura da árvore
Não muito diferente
Sou cipó de gente
Grudado na vida.

Nasci puro, forte
Menino
Homem
Na ginga da dança
Invisível aos olhos
Contida na melodia da vida
Que a floresta pura cheia de energia
Toda hora dá prazer, ensina
O viver isolado
Sem castigo
Abençoado.

Vida Minha!
Igual cipó da árvore gigante
Agarrado
No mato, campo, floresta
Com fala
Sem grito
Na paz
Feliz com teto azul
Do céu onde os anjos habitam
Todos os dias me cobre
Com perfeição.

Olha moço...
Não tenho sua vida, não
Vivo no campo
No mato
Não tenho sua vibração
Tenho a energia
Pura divina
Do índio
Nosso Irmão! ! !

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Noticiário Via Satélite

Sua voz habita o éter
Abstrata
Nos ventos, nos ares
Nas cores do espectro da luz.
Convive com os satélites
Passeia com o sol
A lua, as estrelas.
Permanece no céu
Formosa, linda
No corpo nas falas dos anjos
Ligada na terra!

Nossos olhos embevecidos
Como seu jeito pleno de ternura.
Do ventre da Criação,
Surgiu resplandescente, divina.
Mulher laboriosa
Valiosa na cominicação
Jornalismo, informação!

MADRID, Via Satélite
Irradia ao mundo
Dias, anos infindos
Assistiremos
Atentos com alegrias
A flor perfeita na vitrine da vida
Faz bem à visão.
Linda, bela, sem disfarces
SANDRA SUTHERLAND
O valor da mulher jornalista, repórter
No mundo, no vídeo, chama atenção
Na tela da televisão!

922

Compasso da Canção

A vida bate sem dó
Tocando a canção do aprendizado
Devagar
Notas contadas
No compasso de sustos
Vezes sem afetos
Desorientados
Cautelosos
Expectáveis no porvir!

A vida bate sem dó
Caminhar louco
Todo cuidado é pouco.
O bem maior perdeu-se
Sem explicação
Desapareceu na fumaça dos fatos
Nas risadas do chopp
Perdidos nos esgotos da vida.

A vida bate sem dó
Sem avisar
Nos sustos
Nos beijos
Abraços
Alegrias
Dos risos.
Flores que persistem
Nos corações
Mentes infinitas
Supridos nos choques da saudade!

869

TV Espanhola Internacional

Noticiário Via Satélite

Sua voz habita o éter
Abstrato
Nos ventos, nos ares
Nas cores do espectro da luz,
Convive com os satélites
Passeia com o sol
A lua, as estrelas.
Permanece no céu
Formosa, linda
No corpo, nas falas dos anjos
Ligada na terra !

Nossos olhos embevecidos
Com o seu jeito pleno de ternura,
Do ventre da Criação,
Surgiu resplandecente, divina.
Mulher laboriosa
Valiosa na comunicação
Jornalismo, informação!

A fala de MADRID enfeita o mundo.
Tomara, por dias, anos infindos
Assistiremos
Atentos com alegrias.
A flor perfeita na vitrine da vida
Faz bem à visão.
Linda, bela, sem disfarces
SANDRA SUTHERLAND
O valor da mulher jornalista-reporter
No mundo, no vídeo, chama atenção
Na tela da televisão!

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