Lista de Poemas
Primeiras Impressões
Por que minhas mãos estão trêmulas antes desse encontro?
Qual o motivo de sua escolha, o que eu despertei para prestigiar essa companhia
Sem jeito, não existindo mais adiante, enganei-me que nada constante
Caindo tarde, caindo noite
Eu bobo, mas não da corte
Paixão fortalecida por sua essência de cheiro tonteante
Logo me acolhi, montei uma morada por ali
Estava pronto pra espetar ali a minha casa
O local era mais do que confortante
E com meus dedos eu deslizava sobre sua pele suavizada de harmonia
Me sentia boiando em um mar de maravilhas
Com paisagens, folhas, e sinergia
Qual o motivo de sua escolha, o que eu despertei para prestigiar essa companhia
Sem jeito, não existindo mais adiante, enganei-me que nada constante
Caindo tarde, caindo noite
Eu bobo, mas não da corte
Paixão fortalecida por sua essência de cheiro tonteante
Logo me acolhi, montei uma morada por ali
Estava pronto pra espetar ali a minha casa
O local era mais do que confortante
E com meus dedos eu deslizava sobre sua pele suavizada de harmonia
Me sentia boiando em um mar de maravilhas
Com paisagens, folhas, e sinergia
- Rafael Gonçalo
👁️ 511
Você
Passou-se um dia, 24 horas
Meu corpo precisa de carícia
Dependente desse beijo que ronda minha cabeça de madrugada
Corpos ligados, como azulejos grudados com concreto
Dependo disso
Olhos alegres e animados moldaram essas
48 horas
Um dia sem ver, abstinência
Dois? loucura
Até esqueço minha essência
É visível meu reflexo na frente do espelho
Sem abraço, fico na marquise
Você retorna, e em volta do meu pescoço,
Sinto o sufoco mais confortante do mundo
Nem apertado, nem afrouxado
Um sufoco adorável e atípico
Só ali, naquele momento o tenho
Desde então também dependo disso
Dependo disso, dependo daquilo, dependo demais
Do que eu dependo?
Eis a resposta no nome
-Rafael Gonçalo
Meu corpo precisa de carícia
Dependente desse beijo que ronda minha cabeça de madrugada
Corpos ligados, como azulejos grudados com concreto
Dependo disso
Olhos alegres e animados moldaram essas
48 horas
Um dia sem ver, abstinência
Dois? loucura
Até esqueço minha essência
É visível meu reflexo na frente do espelho
Sem abraço, fico na marquise
Você retorna, e em volta do meu pescoço,
Sinto o sufoco mais confortante do mundo
Nem apertado, nem afrouxado
Um sufoco adorável e atípico
Só ali, naquele momento o tenho
Desde então também dependo disso
Dependo disso, dependo daquilo, dependo demais
Do que eu dependo?
Eis a resposta no nome
-Rafael Gonçalo
👁️ 470
Campos teus
Decadência não é pra você
Gracioso é o teu sorrir
Privilégio é poder sentir
Levanta teu escudo,
Pois tu sempre absorvestes esses golpes da vida
Aumente sua força,
pois esta certamente nunca te deixará
Alimente-se da iluminação em seu caminho,
pois esta foi feita sob medida pra você
Tuas vibrações se tornarão vividas
Sua beleza cada vez mais ardente
Teu coração e sua mente, ficarão em paz
Gracioso é o teu sorrir
Privilégio é poder sentir
Levanta teu escudo,
Pois tu sempre absorvestes esses golpes da vida
Aumente sua força,
pois esta certamente nunca te deixará
Alimente-se da iluminação em seu caminho,
pois esta foi feita sob medida pra você
Tuas vibrações se tornarão vividas
Sua beleza cada vez mais ardente
Teu coração e sua mente, ficarão em paz
- Rafael Gonçalo
👁️ 84
Memória Masmorra
Elevado fui no prelúdio
Desta forma caí no campo rosado,
nele experimentei cheiros e visões
Não pude acreditar que finalmente fui o designado
Em momentos de pressões,
aguarrei-me incansavelmente a raíz que aparentava saudável
Cortante e pudrida esta era
Drenou fragmento e encurtou o tempo
Agora, os pedaços tornaram-se minúsculos pontos nessa linha do tempo
Ao menos são cintilantes e valorosos
Outrara a renovação é evidente
Pois eu sirvo!
Já foi dito,
Quem não vive para servir, não serve para viver.
- Rafael Gonçalo
👁️ 94
A Vigésima Oitava Cruzada
Primeiro, eles foram solúveis, atravessaram sem contestação
Segunda feriram por debaixo da pele, cessaram avanço
No meio da semana, servia-se pouco, estômagos enferrujados
Na cadência latente de suas vias, clamaram pela primeira vez ao divino
Sábado, todos de pé, esmagados pelo cronos
Silêncio... Instalações noturnas, assuntos brilhantes
Pressão... Momentâneas e cortantes
O fator presente não é de proteção nem de bonança
A esperança encolhida traz espaço a ganância
Eterna será a vitória daqueles que foram açoitados em silêncio,
Dentro da própria mente, e com o estralar das articulações
Isso foi e têm sido dito a nós pensantes de carne e alcateias travestidas de inocência
Foi necessário que parassem mais uma vez,
o sofrimento agora seria por ossadas infantis,
que antes eram risadas vibrantes acompanhadas de curtas corridas naquele chafariz
A cruzada teve seu valor simbólico e incalculável
O polo de necromancia casado com a fé
A chegada está feita, a vontade se completa, as resposta foram dadas
Deus é nosso panteão, amuleto eterno, viva a trindade
Segunda feriram por debaixo da pele, cessaram avanço
No meio da semana, servia-se pouco, estômagos enferrujados
Na cadência latente de suas vias, clamaram pela primeira vez ao divino
Sábado, todos de pé, esmagados pelo cronos
Silêncio... Instalações noturnas, assuntos brilhantes
Pressão... Momentâneas e cortantes
O fator presente não é de proteção nem de bonança
A esperança encolhida traz espaço a ganância
Eterna será a vitória daqueles que foram açoitados em silêncio,
Dentro da própria mente, e com o estralar das articulações
Isso foi e têm sido dito a nós pensantes de carne e alcateias travestidas de inocência
Foi necessário que parassem mais uma vez,
o sofrimento agora seria por ossadas infantis,
que antes eram risadas vibrantes acompanhadas de curtas corridas naquele chafariz
A cruzada teve seu valor simbólico e incalculável
O polo de necromancia casado com a fé
A chegada está feita, a vontade se completa, as resposta foram dadas
Deus é nosso panteão, amuleto eterno, viva a trindade
- Rafael Gonçalo
👁️ 161
O que um prosaico carrega?
O orgulho fere meu calcanhar
A vergonha diminuí meus olhos
A descência se mascara de inocência
Atrelado estou aos números,
observando as ruas
Panfletos, boletos, ligações, fumaça
Deito a coluna na cama
E deparo-me com usurpadores sentimentos
Dotados de ilusão em um vendaval magnífico
Não valerá de nada um andar desajeitado
A percepção de igualdade é apenas falácia?
Vejo em minha retina,
corpos em volta reparam o fenômeno,
dançam na simpatia desse mistério
E finalmente amarram e suprimem minhas entranhas
- Rafael Gonçalo
A vergonha diminuí meus olhos
A descência se mascara de inocência
Atrelado estou aos números,
observando as ruas
Panfletos, boletos, ligações, fumaça
Deito a coluna na cama
E deparo-me com usurpadores sentimentos
Dotados de ilusão em um vendaval magnífico
Não valerá de nada um andar desajeitado
A percepção de igualdade é apenas falácia?
Vejo em minha retina,
corpos em volta reparam o fenômeno,
dançam na simpatia desse mistério
E finalmente amarram e suprimem minhas entranhas
- Rafael Gonçalo
👁️ 191
Absorção da ânsia
Passam-se os meses transpassados em intervalos de tempo indefinido,
O amor nem desce mais na garganta, inibido
Na rua mais movimentada chove água da retina,
Segundos torturosos insistem na doutrina,
Nada agradável de se assimilar,
A sombra da iniquidade corre para humilhar
E no fechar das portas dentro de tua casa,
Não olhe para a rua,
Drenam, agarram, toda sua essência
Logo mais não será mais tua.
- Rafael Gonçalo
O amor nem desce mais na garganta, inibido
Na rua mais movimentada chove água da retina,
Segundos torturosos insistem na doutrina,
Nada agradável de se assimilar,
A sombra da iniquidade corre para humilhar
E no fechar das portas dentro de tua casa,
Não olhe para a rua,
Drenam, agarram, toda sua essência
Logo mais não será mais tua.
- Rafael Gonçalo
👁️ 210
Simbologia dos seus traços passados
O que tu és?
Mãos congelantes e abrigo estreito?
Obtive a certeza de que é horta vívida e altar em topo
És rosa desabrochada e vendaval inofensivo
Fricção em teu quarto, cores em teu anseio
Filme antigo sob películas novas
Escorrer contagiante sobre o tocar de cordas
Cobertor quente com tocar de peles
Braços atados como amarrar seus sapatos
Alegoria em cima de contagismo
Fumaça cinza sob uma varanda
Prenda-se em meus grilhões,
Pois estes me assolam
E somente seu suar quebra tudo em partículas minimamente obscuras
Seu único propósito não seria o de brilhar
Quando o merecido para sua complexidade seria em tudo estar
Ainda hei de te esquecer
Assim que lhe ver
Preciso não te ter
- Rafael Gonçalo
Mãos congelantes e abrigo estreito?
Obtive a certeza de que é horta vívida e altar em topo
És rosa desabrochada e vendaval inofensivo
Fricção em teu quarto, cores em teu anseio
Filme antigo sob películas novas
Escorrer contagiante sobre o tocar de cordas
Cobertor quente com tocar de peles
Braços atados como amarrar seus sapatos
Alegoria em cima de contagismo
Fumaça cinza sob uma varanda
Prenda-se em meus grilhões,
Pois estes me assolam
E somente seu suar quebra tudo em partículas minimamente obscuras
Seu único propósito não seria o de brilhar
Quando o merecido para sua complexidade seria em tudo estar
Ainda hei de te esquecer
Assim que lhe ver
Preciso não te ter
- Rafael Gonçalo
👁️ 231
Anny Havord
No pontilhado do espelho não se espalhe,
teu espírito animal não empalhe
Amarre-se em teu espectro
Avante mesmo com sofrimento
Energizado é o aposento que tu acorda,
você escolhe o que sente
Disseram que amargura sempre se pressente
Sucumbiu mais uma vez ao monótono presente
O rompimento do cadeado te espera
Não se diminua,
nem a gaiola
nem a esfera
- Rafael Gonçalo
teu espírito animal não empalhe
Amarre-se em teu espectro
Avante mesmo com sofrimento
Energizado é o aposento que tu acorda,
você escolhe o que sente
Disseram que amargura sempre se pressente
Sucumbiu mais uma vez ao monótono presente
O rompimento do cadeado te espera
Não se diminua,
nem a gaiola
nem a esfera
- Rafael Gonçalo
👁️ 201
O ócio moderno
Minutos são inclusão carnívora
De algazarra para chalé
Elementos básicos formam uma tabela metódica
Dias corridos e monótonos
Retiro o cadeado azul,
Guardo o amarelado,
Calculo sobre leves pressões pedaços de papel,
Enumerados de suor e ganância
Me sinto comandado por comandas,
Rudez em forma grisalha exigiu tudo
De algazarra para chalé
Elementos básicos formam uma tabela metódica
Dias corridos e monótonos
Retiro o cadeado azul,
Guardo o amarelado,
Calculo sobre leves pressões pedaços de papel,
Enumerados de suor e ganância
Me sinto comandado por comandas,
Rudez em forma grisalha exigiu tudo
- Rafael Gonçalo
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