Poems List
SOU NEGRO,SIM SENHOR
Sou negro,
sou forte
na busca da sorte
e viver
sou bravo
sou rude
mas fiz o que pude
para sobreviver
não choro
e até oro
e os dias se esvaziam
na taça do sofrimento
mas não lamento
sou bom de argumento
o jeito é saber
o lugar de destaque
no som da atabaque
sou negro
sou um heròi.
👁️ 721
IMAGINAÇÃO
Ás vezes a imaginação
Leva o sonhador a viajar
Pelo universo
Adverso do existir
E nas ruas vazias do seu sofrimento
Vai desenhando o desejo
De ser mais feliz
Gravando no espaço do pensamento
A melodia
A incerteza
A verdade
E o pesadelo de acordar.
A vida se desfaz
O passado é revirado
O futuro um ponto incerto
Todavia a imaginação
Faz com que o Poeta acorde feliz.
Leva o sonhador a viajar
Pelo universo
Adverso do existir
E nas ruas vazias do seu sofrimento
Vai desenhando o desejo
De ser mais feliz
Gravando no espaço do pensamento
A melodia
A incerteza
A verdade
E o pesadelo de acordar.
A vida se desfaz
O passado é revirado
O futuro um ponto incerto
Todavia a imaginação
Faz com que o Poeta acorde feliz.
👁️ 324
SOU DON QUIXOTE PANTANEIRO
Sou Don Quixote Pantaneiro
Correndo atras dos Moinhos de Vento
Despejando os meus Sonhos na Taça da Ilusão
E acordando na Boca da Aurora
Enquanto
O verdejante cenário
Se encaracola no riso do jacaré de Papo Amarelo
Que se espreguiça
No colo da praia
Mãe carinhosa
Guardiã da bela manhã.
Sou Don Quixote Pantaneiro!
Correndo atras dos Moinhos de Vento
Despejando os meus Sonhos na Taça da Ilusão
E acordando na Boca da Aurora
Enquanto
O verdejante cenário
Se encaracola no riso do jacaré de Papo Amarelo
Que se espreguiça
No colo da praia
Mãe carinhosa
Guardiã da bela manhã.
Sou Don Quixote Pantaneiro!
👁️ 151
ANDARILHO
Sou andarilho sem gatilho
Mochila
Matula
Ou cantil
Vou pelo Brasil
E pelas fronteiras
Caçando o El Dorado do existir
E na soleira da inquietude avisto a virtude
De poder encontrar
A Fonte da Vida Eterna em seu olhar
E andarilhando nos eflúvios poéticos
Da sua voz
Tamborilo ao compasso da canção
O tempo passa na argamassa do Destino
E eu menino choramingo a saudade
De um passado que longuíquo ficou.
E lá vou eu,alma em farrapos
Trançando os trapos do que restou.
Mochila
Matula
Ou cantil
Vou pelo Brasil
E pelas fronteiras
Caçando o El Dorado do existir
E na soleira da inquietude avisto a virtude
De poder encontrar
A Fonte da Vida Eterna em seu olhar
E andarilhando nos eflúvios poéticos
Da sua voz
Tamborilo ao compasso da canção
O tempo passa na argamassa do Destino
E eu menino choramingo a saudade
De um passado que longuíquo ficou.
E lá vou eu,alma em farrapos
Trançando os trapos do que restou.
👁️ 443
Saudades de minha neta
Meu anjinho
que povoava os nossos dias
trazendo alegria
Esperança e Poesia
Bateu asas e foi-se embora
E o vazio tal qual o frio
foi cortando a nossa alma
Todavia,lá de cima
Nas Planicies Celestiais
Erika Mell nos contempla
E então tudo nos acalma
E a saudade vira um vídeo tape
Na memória.
que povoava os nossos dias
trazendo alegria
Esperança e Poesia
Bateu asas e foi-se embora
E o vazio tal qual o frio
foi cortando a nossa alma
Todavia,lá de cima
Nas Planicies Celestiais
Erika Mell nos contempla
E então tudo nos acalma
E a saudade vira um vídeo tape
Na memória.
👁️ 521
Corumbá destes meus Sonhos
A minha cidade tem Poesia descendo os morros
E se encrava na barranca
Enquanto as Palmeiras Imperiais
Quais esguios Samurais
Dão adeus ao verde Pantanal que se descortina
Aos olhos de quem passa ali na Praça.
A minha cidade velha amiga de outros tempos
Vestuto templo de magia e encantamento
Se desenha no S que se desenrola nos camalotes
Levando viajantes e sonhadores pelo Rio Paraguai
E lá debaixo o Moinho Cultural Sentinela pétrea das Artes.
O Casario contempla o rio.
As embarcações insólitas:canoas,batelões,voadeiras,
Barco-Hotel sobem e descem pelo canal
Fazendo reverência ao Farol Balduino,
Solitário vigia das águas achocolatadas.
E o Minhocão-Aqueduto fica de porteiro na Curva-entrada
Da Baía Tamengo.
A minha Cidade Branca,Capital do Pantanal
Faz fronteira com a Bolívia!
E se encrava na barranca
Enquanto as Palmeiras Imperiais
Quais esguios Samurais
Dão adeus ao verde Pantanal que se descortina
Aos olhos de quem passa ali na Praça.
A minha cidade velha amiga de outros tempos
Vestuto templo de magia e encantamento
Se desenha no S que se desenrola nos camalotes
Levando viajantes e sonhadores pelo Rio Paraguai
E lá debaixo o Moinho Cultural Sentinela pétrea das Artes.
O Casario contempla o rio.
As embarcações insólitas:canoas,batelões,voadeiras,
Barco-Hotel sobem e descem pelo canal
Fazendo reverência ao Farol Balduino,
Solitário vigia das águas achocolatadas.
E o Minhocão-Aqueduto fica de porteiro na Curva-entrada
Da Baía Tamengo.
A minha Cidade Branca,Capital do Pantanal
Faz fronteira com a Bolívia!
👁️ 560
POIS NÃO TENHO NEM ARRANJO PRA ASSOVIO
Meus versos feito caramujo-flor
Se escorregaram nas fímbrias da Saudade
E viraram poemas
Para quem puder me ler nas entrelinhas do sobreviver
E a Lua modorrenta espreguiça na amplidão
Enquanto os galhos do Flamboyant tentam filtrar a luz
Que insolente se instala na calçada
cheia de musgo verde alcatifa aveludada
que disfarça a sujeira
E o formigueiro assanhado
Segue a trilha maravilha da natureza.
O sabiá da laranjeira
Agora se delicia no pé de Acerola
Pois a boa chuva ainda não rola.
O jeito é cantar.
Pois não tenho nem arranjo prá assovio.
Se escorregaram nas fímbrias da Saudade
E viraram poemas
Para quem puder me ler nas entrelinhas do sobreviver
E a Lua modorrenta espreguiça na amplidão
Enquanto os galhos do Flamboyant tentam filtrar a luz
Que insolente se instala na calçada
cheia de musgo verde alcatifa aveludada
que disfarça a sujeira
E o formigueiro assanhado
Segue a trilha maravilha da natureza.
O sabiá da laranjeira
Agora se delicia no pé de Acerola
Pois a boa chuva ainda não rola.
O jeito é cantar.
Pois não tenho nem arranjo prá assovio.
👁️ 334
O TEMPO PASSA
O tempo passa
e eu já meio sem graça
desloco minha atenção
para os ponteiros do relógio
da Praça
e as Palmeiras Imperiais
balançam dolente
e a Avenida fica cheia de gente
E os faróis
brilhando como sóis
perturbam a sombra das figueirinhas
enquanto nos bancos casais se abrasçam
beijos tórridos
são estalos no ar
e o tempo passa
lá na esquina o bêbado toma a cachaça
no bico
e o jovem rico
bebe Coca Cola misturada com Vermuth.
E o tempo passa
ante os meus olhos
e nada posso fazer.
👁️ 494
ANDARILHO
Sou um andarilho perdido nas fímbrias da solidão
Enquanto minha alma se desmonta em poemas
De déu em déu
Eui vou me consumindo
Olhando teu rosto lindo
E a vida continua no mesmo solfejo
Nem o sacolejo do imprevisto
Me arrisca a sonhar
Meu coração ficou órfão
O jeito é rolar na cama e dormir
Quem sabe a Musa aparece
Nas entranhas da prece.
Enquanto minha alma se desmonta em poemas
De déu em déu
Eui vou me consumindo
Olhando teu rosto lindo
E a vida continua no mesmo solfejo
Nem o sacolejo do imprevisto
Me arrisca a sonhar
Meu coração ficou órfão
O jeito é rolar na cama e dormir
Quem sabe a Musa aparece
Nas entranhas da prece.
👁️ 115
FLORILÉGIO DA ESPERANÇA
Um livro
Mil sonhos
Mil versos
Mil flores
Mil esperanças
Florescendo nas páginas pétalas versejantes
Um novo tempo
Uma nova era
Pedaços do existir
Do vir a ser
Do devir
Ontem hoje e amanhã
Costurados pela amizade juvenil
Que não se envelheceu através dos anos.
Mil sonhos
Mil versos
Mil flores
Mil esperanças
Florescendo nas páginas pétalas versejantes
Um novo tempo
Uma nova era
Pedaços do existir
Do vir a ser
Do devir
Ontem hoje e amanhã
Costurados pela amizade juvenil
Que não se envelheceu através dos anos.
👁️ 151
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Poeta Arte Educador Trovador Contador de Histórias Participa em mais de 40 coletâneas além de ter poemas em diversos sites e blogs.Criou o Projeto Passa na Praça/que a Arte te Abraça.É Cônsul do Poetas del Mundo em Corumbá.Pertence à mais de cem Entidades Culturais:Grupo ALEC,APEC,FALA e Academia Corumbaense de Letras.