Poems List
Knowing you might some day come
Knowing you might some day come
and how unprepared I’ve always
been
like Mr. Sloppy
in Charles Dickens’
our Mutual Friend
I made a list:
not meat, vegetables, beer and pudding
but number l, warmth.
number 2, warmth.
number 3, warmth.
number 4, a good snuggler.
number 5, someone who sings
while he/she works.
number 6, a dancer.
number 7, someone who grows & is
intrigued by
the mind. And
by the spirit too.
Number 7, someone who is loved
by animals; and loves
them back without
a thought.
number 8, someone who smells
delicious.
number 9, someone whose anger
lasts no longer than mine.
number 10, someone who
stands beside me. behind me. If necessary
in front of me.
number 11, someone who
is a passable cook.
number 12, Someone who laughs
a lot, thinks I have a fine
sense
of humor
& has friends.
number 13, someone who can be
original in dress:
stylish
warlock –In silver, lapis
& black – to my witch.
I Will Keep Broken Things
I will keep
Broken
Things:
The big clay
Pot
With raised
Iguanas
Chasing
Their
Tails;
Two
Of their
Wise
Heads
Sheared
Off;
I will keep
Broken
things:
The old
Slave
Market
Basket
Brought
To my
Door
By Mississippi
A jagged
Hole
Gouged
In its sturdy
Dark
Oak
Side.
I will keep
Broken
things:
The memory
Of
Those
Long
Delicious
Night
Swims
With
You;
I will keep
Broken
things:
In my house
There
Remains
An
Honored
Shelf
On which
I will
Keep
Broken
Things.
Their beauty
Is
They
Need
Not
Ever
Be
'fixed.'
I will keep
Your
Wild
Free
Laughter
Though
It is now
Missing
Its
Reassuring
And
Graceful
Hinge.
I will keep
Broken
Things:
Thank you
So much!
I will keep
Broken
Things.
I will keep
You:
Pilgrim
Of
Sorrow.
I will keep
Myself.
From: Poems To My Girls
I
How can Humanity
look the deer
in
the face?
How can Mommy,
having erected
my fence?
Don’t be like Those who Ask for Everything
Don’t be like those who ask for everything:
praise, a blurb, a free ride in my rented
limousine. They ask for everything but never offer
anything in return.
Be like those who can see that my feet ache
from across a crowded room
that a foot rub
if I’m agreeable
never mind the staring
is the best way to smile
& say hello
to me.
Blessed Are The Poor In Spirit
Did you ever understand this?
If my spirit was poor, how could I enter heaven?
Was I depressed?
Understanding editing,
I see how a comma, removed or inserted
with careful plan,
can change everything.
I was reminded of this
when a poor young man
in Tunisia
desperate to live
and humiliated for trying
set himself ablaze;
I felt uncomfortably warm
as if scalded by his shame.
I do not have to sell vegetables from a cart as he did
or live in narrow rooms too small for spacious thought;
and, at this late date,
I do not worry that someone will
remove every single opportunity
for me to thrive.
Still, I am connected to, inseparable from,
this young man.
Blessed are the poor, in spirit, for theirs is the kingdom of heaven.
Jesus. (Commas restored) .
Jesus was as usual talking about solidarity: about how we join with others
and, in spirit, feel the world, and suffering, the same as them.
This is the kingdom of owning the other as self, the self as other;
that transforms grief into
peace and delight.
I, and you, might enter the heaven
of right here
through this door.
In this spirit, knowing we are blessed,
we might remain poor
Be Nobody's Darling
Be nobody's darling;
Be an outcast.
Take the contradictions
Of your life
And wrap around
You like a shawl,
To parry stones
To keep you warm.
Watch the people succumb
To madness
With ample cheer;
Let them look askance at you
And you askance reply.
Be an outcast;
Be pleased to walk alone
(Uncool)
Or line the crowded
River beds
With other impetuous
Fools.
Make a merry gathering
On the bank
Where thousands perished
For brave hurt words
They said.
But be nobody's darling;
Be an outcast.
Qualified to live
Among your dead.
like it
anyway!
I get to spend time with myself
whenever I want!
I get to feel
more love
than I ever thought
existed!
Everything appears to be made
of the stuff!
I feel this
especially for You! Though I may not remember
exactly which You
you are!
How cool is this!
Still, I get to spend time with myself
whenever I want!
And that is just a taste
as the old people used to say
down in Georgia
when I was a child
of what you get
for getting old.
Reminding us, as they witnessed our curiosity about them, that no matter the losses,
there's something fabulous going on at every stage of Life, something to let go of,
maybe, but for darn sure, something to get!
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1944
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1946
Poemas de Alberto Caeiro
1946
Fausto
1952
Poesias Inéditas (1930-1935)
1955
Poesias Inéditas (1919-1930)
1956
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1965
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1973
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Escritor português, nasceu a 13 de Junho, numa casa do Largo de São Carlos, em Lisboa. Aos cinco anos morreu-lhe o pai, vitimado pela tuberculose, e, no ano seguinte, o irmão, Jorge. Devido ao segundo casamento da mãe, em 1896, com o cônsul português em Durban, na África do Sul, viveu nesse país entre 1895 e 1905, aí seguindo, no Liceu de Durban, os estudos secundários. Frequentou, durante um ano, uma escola comercial e a Durban High School e concluiu, ainda, o «Intermediate Examination in Arts», na Universidade do Cabo (onde obteve o «Queen Victoria Memorial Prize», pelo melhor ensaio de estilo inglês), com que terminou os seus estudos na África do Sul. No tempo em que viveu neste país, passou um ano de férias (entre 1901 e 1902), em Portugal, tendo residido em Lisboa e viajado para Tavira, para contactar com a família paterna, e para a Ilha Terceira, onde vivia a família materna. Já nesse tempo redigiu, sozinho, vários jornais, assinados com diferentes nomes. De regresso definitivo a Lisboa, em 1905, frequentou, por um período breve (1906-1907), o Curso Superior de Letras. Após uma tentativa falhada de montar uma tipografia e editora, «Empresa Íbis — Tipográfica e Editora», dedicou-se, a partir de 1908, e a tempo parcial, à tradução de correspondência estrangeira de várias casas comerciais, sendo o restante tempo dedicado à escrita e ao estudo de filosofia (grega e alemã), ciências humanas e políticas, teosofia e literatura moderna, que assim acrescentava à sua formação cultural anglo-saxónica, determinante na sua personalidade. Em 1920, ano em que a mãe, viúva, regressou a Portugal com os irmãos e em que Fernando Pessoa foi viver de novo com a família, iniciou uma relação sentimental com Ophélia Queiroz (interrompida nesse mesmo ano e retomada, para rápida e definitivamente terminar, em 1929) testemunhada pelas Cartas de Amor de Pessoa, organizadas e anotadas por David Mourão-Ferreira, e editadas em 1978. Em 1925, ocorreria a morte da mãe. Fernando Pessoa viria a morrer uma década depois, a 30 de Novembro de 1935 no Hospital de S. Luís dos Franceses, onde foi internado com uma cólica hepática, causada provavelmente pelo consumo excessivo de álcool. Levando uma vida relativamente apagada, movimentando-se num círculo restrito de amigos que frequentavam as tertúlias intelectuais dos cafés da capital, envolveu-se nas discussões literárias e até políticas da época. Colaborou na revista A Águia, da Renascença Portuguesa, com artigos de crítica literária sobre a nova poesia portuguesa, imbuídos de um sebastianismo animado pela crença no surgimento de um grande poeta nacional, o «super-Camões» (ele próprio?). Data de 1913 a publicação de «Impressões do Crepúsculo» (poema tomado como exemplo de uma nova corrente, o paúlismo, designação advinda da primeira palavra do poema) e de 1914 o aparecimento dos seus três principais heterónimos, segundo indicação do próprio Fernando Pessoa, em carta dirigida a Adolfo Casais Monteiro, sobre a origem destes. Em 1915, com Mário de Sá-Carneiro (seu dilecto amigo, com o qual trocou intensa correspondência e cujas crises acompanhou de perto), Luís de Montalvor e outros poetas e artistas plásticos com os quais formou o grupo «Orpheu», lançou a revista Orpheu, marco do modernismo português, onde publicou, no primeiro número, Opiário e Ode Triunfal, de Campos, e O Marinheiro, de Pessoa ortónimo, e, no segundo, Chuva Oblíqua, de Fernando Pessoa ortónimo, e a Ode Marítima, de Campos. Publicou, ainda em vida, Antinous (1918), 35 Sonnets (1918), e três séries de English Poems (publicados, em 1921, na editora Olisipo, fundada por si). Em 1934, concorreu com Mensagem a um prémio da Secretaria de Propaganda Nacional, que conquistou na categoria B, devido à reduzida extensão do livro. Colaborou ainda nas revistas Exílio (1916), Portugal Futurista (1917), Contemporânea (1922-1926, de que foi co-director e onde publicou O Banqueiro Anarquista, conto de raciocínio e dedução, e o poema Mar Português), Athena (1924-1925, igualmente como co-director e onde foram publicadas algumas odes de Ricardo Reis e excertos de poemas de Alberto Caeiro) e Presença. A sua obra, que permaneceu maioritariamente inédita, foi difundida e valorizada pelo grupo da Presença. A partir de 1943, Luís de Montalvor deu início à edição das obras completas de Fernando Pessoa, abrangendo os textos em poesia dos heterónimos e de Pessoa ortónimo. Foram ainda sucessivamente editados escritos seus sobre temas de doutrina e crítica literárias, filosofia, política e páginas íntimas. Entre estes, contam-se a organização dos volumes poéticos de Poesias (de Fernando Pessoa), Poemas Dramáticos (de Fernando Pessoa), Poemas (de Alberto Caeiro), Poesias (de Álvaro de Campos), Odes (de Ricardo Reis), Poesias Inéditas (de Fernando Pessoa, dois volumes), Quadras ao Gosto Popular (de Fernando Pessoa), e os textos de prosa de Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação, Páginas de Estética e de Teoria e Crítica Literárias, Textos Filosóficos, Sobre Portugal — Introdução ao Problema Nacional, Da República (1910-1935) e Ultimatum e Páginas de Sociologia Política. Do seu vasto espólio foram também retirados o Livro do Desassossego por Bernardo Soares e uma série de outros textos. A questão humana dos heterónimos, tanto ou mais que a questão puramente literária, tem atraído as atenções gerais. Concebidos como individualidades distintas da do autor, este criou-lhes uma biografia e até um horóscopo próprios. Encontram-se ligados a alguns dos problemas centrais da sua obra: a unidade ou a pluralidade do eu, a sinceridade, a noção de realidade e a estranheza da existência. Traduzem, por assim dizer, a consciência da fragmentação do eu, reduzindo o eu «real» de Pessoa a um papel que não é maior que o de qualquer um dos seus heterónimos na existência literária do poeta. Assim questiona Pessoa o conceito metafísico de tradição romântica da unidade do sujeito e da sinceridade da expressão da sua emotividade através da linguagem. Enveredando por vários fingimentos, que aprofundam uma teia de polémicas entre si, opondo-se e completando-se, os heterónimos são a mentalização de certas emoções e perspectivas, a sua representação irónica pela inteligência. Deles se destacam três: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Segundo a carta de Fernando Pessoa sobre a génese dos seus heterónimos, Caeiro (1885-1915) é o Mestre, inclusive do próprio Pessoa ortónimo. Nasceu em Lisboa e aí morreu, tuberculoso, em 1915, embora a maior parte da sua vida tenha decorrido numa quinta no Ribatejo, onde foram escritos quase todos os seus poemas, os do livro O Guardador de Rebanhos, os de O Pastor Amoroso e os Poemas Inconjuntos, sendo os do último período da sua vida escritos em Lisboa, quando se encontrava já gravemente doente (daí, segundo Pessoa, a «novidade um pouco estranha ao carácter geral da obra»). Sem profissão e pouco instruído (teria apenas a instrução primária), e, por isso, «escrevendo mal o português», órfão desde muito cedo, vivia de pequenos rendimentos, com uma tia-avó. Caeiro era, segundo ele próprio, «o único poeta da natureza», procurando viver a exterioridade das sensações e recusando a metafísica, caracterizando-se pelo seu panteísmo e sensacionismo que, de modo diferente, Álvaro de Campos e Ricardo Reis iriam assimilar. Ricardo Reis nasceu no Porto, em 1887. Foi educado num colégio de jesuítas, recebeu uma educação clássica (latina) e estudou, por vontade própria, o helenismo (sendo Horácio o seu modelo literário). Essa formação clássica reflecte-se, quer a nível formal (odes à maneira clássica), quer a nível dos temas por si tratados e da própria linguagem utilizada, com um purismo que Pessoa considerava exagerado. Médico, não exercia, no entanto, a profissão. De convicções monárquicas, emigrou para o Brasil após a implantação da República. Pagão intelectual, lúcido e consciente, reflectia uma moral estoico-epicurista, misto de altivez resignada e gozo dos prazeres. 13 de junho de 1888 - Nasce em Lisboa, às 3 horas da tarde, Fernando Antônio Nogueira Pessoa.
1896 - Parte para Durban, na África do Sul.
1905 - Regressa a Lisboa
1906 - Matricula-se no Curso Superior de Letras, em Lisboa
1907 - Abandona o curso.
1914 - Surge o mestre Alberto Caeiro. Fernando Pessoa passa a escrever poemas dos três heterônimos.
1915 - Primeiro número da Revista "Orfeu". Pessoa "mata" Alberto Caeiro.
1916 - Seu amigo Mário de Sá-Carneiro suicida-se.
1924 - Surge a Revista "Atena", dirigida por Fernando Pessoa e Ruy Vaz.
1926 - Fernando Pessoa requere patente de invenção de um Anuário Indicador Sintético, por Nomes e Outras Classificações, Consultável em Qualquer Língua. Dirige, com seu cunhado, a Revista de Comércio e Contabilidade.
1927 - Passa a colaborar com a Revista "Presença".
1934 - Aparece "Mensagem", seu único livro publicado.
30 de novembro de 1935 - Morre em Lisboa, aos 47 anos.
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