Eu
Eu...
Que me espera
deveras
Que outro me tenha.
Que a vida que passa me odei.
Desdenha.
Que o mundo me abrace
Depois me arraste para o tronco.
Que ronco.
Que bela façanha.
Sou eu quem apanha!
Sou eu quem me desespero.
Meu eu que impero
Meu sonho ou puldor.
Choro a burrice
E a dor.
Eu mesma que grito,
Que berro, que minto.
Eu mesma que me escondo,
Sorrindo me expondo.
Rasgando a roupa
Mostrando a carcaça.
Sem riso de graça.
Desgraça!
Eu mesma me agarro
Criando faceta
Na frente
Do carro.
Eu mesma me nego,
E nua me entrego a todos porém
Eu mema ... Sem sonho.
Eu mesma... Ninguém...
Que me espera
deveras
Que outro me tenha.
Que a vida que passa me odei.
Desdenha.
Que o mundo me abrace
Depois me arraste para o tronco.
Que ronco.
Que bela façanha.
Sou eu quem apanha!
Sou eu quem me desespero.
Meu eu que impero
Meu sonho ou puldor.
Choro a burrice
E a dor.
Eu mesma que grito,
Que berro, que minto.
Eu mesma que me escondo,
Sorrindo me expondo.
Rasgando a roupa
Mostrando a carcaça.
Sem riso de graça.
Desgraça!
Eu mesma me agarro
Criando faceta
Na frente
Do carro.
Eu mesma me nego,
E nua me entrego a todos porém
Eu mema ... Sem sonho.
Eu mesma... Ninguém...
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joao_euzebio
Belo poema Neide descreve todos os segredos de uma mulher da a ela a supremacia do amor a vontade viver e crer no amanha. Parabéns e seja bem vinda.
21/fevereiro/2012
Escritas.org
